2026-08-30

Virar o jogo:


Insisto na questão de Ceuta porque, depois da sua invasão (ai ai ai, que eu escrevi invasão e não crise migratória!), está a fazer um mês, nada poderá ficar como antes, tudo terá de ser reequacionado.

Comprova-se que, quem sempre jogou a cartada do racismo, da xenofobia e do discurso de ódio para procurar matar à nascença qualquer discussão séria sobre a questão da imigração massiva para a Europa, nem perante uma situação limite como a de Ceuta desarma.

Para esses, quem se queixa, nunca será por estar a viver uma situação insuportável, mas por ser racista e xenófobo.

Está visto que, se amanhã entrarem, numa cidade europeia, de uma assentada, 100.000, 1.000.000 ou 10.000.000 de pessoas extra-comunitárias, quem se queixar continuará a ser racista e xenófobo.

Isto é absurdo, isto não pode continuar! Acusar outrem de racismo e de xenofobia nesta circunstâncias tem de ter consequências. As pessoas normais não têm de estar constantemente a levar com acusações destas em cima.

Repito, está na hora de reequacionar tudo a este respeito e de virar o jogo. A invasão de Ceuta terá tido esse aspecto positivo. Em tudo o mais, é uma desgraça para quem a sofre e uma vergonha para quem, tendo o dever de resolver o problema, não o faz.


2026-08-23

As animadas madrugadas da periferia de Lisboa:


Foi animada, a madrugada de hoje na periferia de Lisboa:

- Quatro pessoas esfaqueadas durante a madrugada em Sacavém. Três estão em estado grave. (CNN)

- Homem baleado durante festa no bairro do Talude em Loures. (Correio da Manhã)

- Pelo menos três feridos em tiroteio numa festa na Cova da Moura. (Correio da Manhã)

2026-08-16

Xenofobia:


A ministra da saúde espanhola declarou hoje, a propósito da dramática situação sanitária que se vive em Ceuta na sequência da invasão ocorrida no final do mês passado, que associar «doenças» aos «migrantes» é «xenófobo». E, claro, negou a existência de um «colapso sanitário» em Ceuta.

Isto é a única coisa que gente como ela consegue fazer quando é atropelada pela realidade: lançar um anátema sobre quem a denuncia. Quem fizer uma associação entre a palavra «doença» e a palavra «migrante» não se limita (segundo ela) a não ter razão. Além disso e acima de tudo, será xenófobo.
 
Daí até qualificar a denúncia como discurso de ódio será um pequeno passo. E, lá como cá, o discurso de ódio constitui um crime. Portanto, tudo caladinho, que o respeito é muito bonito!

Ceuta, cidade invadida:


Ceuta é uma cidade invadida desde o final de Julho.

Os seus habitantes, especialmente as mulheres, têm medo de sair à rua. Muitos, entrincheiram-se em casa. Além do mais, evitam que esta seja ocupada.

Os invasores comportam-se como os invasores sempre se comportaram, em todos os tempos e lugares: tomam conta do espaço, atormentam quem lá vive, vandalizam, pilham, violam, fazem o que querem sem que alguém os impeça.

A situação sanitária agrava-se de dia para dia. Porcaria por todo o lado, doenças a brotarem como ervas daninhas.

O governo de Espanha nada faz.

O primeiro-ministro foi de férias. Melhor, desapareceu de férias.

O rei de Espanha finge que não vê, às tantas também está de férias.

A autoridade do Estado dilui-se.

Os canais de televisão e os jornais do sistema omitem o essencial e concentram-se em inventar histórias pessoais de invasores que amoleçam os corações dos europeus. E conseguem-no. O que não falta, por essa Europa fora, é gente cheia de empatia selectiva. Os invasores são uns coitadinhos e os invadidos não interessam, no fundo talvez até mereçam expiar uma qualquer culpa histórica às mãos daqueles. Só no dia em que a invasão for da sua própria terra acordarão e gritarão por socorro. Como os ceutenses dos partidos de esquerda agora fizeram. Até o tipo do extremista de esquerda «Podemos» gritou.

Só vai sendo possível saber o que se está realmente a passar, em toda a sua extensão, através de canais da internet, como o «El Faro de Ceuta», o «Ceuta Ahora», ou o «El Pueblo de Ceuta».

É bom que se veja o que lá se passa neste momento. Hoje é em Ceuta. Se a invasão da Europa não for pronta e energicamente combatida, amanhã poderá ser na nossa cidade, na nossa vila, na nossa aldeia.

2026-08-10

O Reino Unido a transformar-se num Estado falhado:

 


«Cerca de cinco mil reclusos vão poder sair mais cedo das prisões de Inglaterra e Gales devido à sobrelotação do sistema prisional.

A nova lei permite que condenados a quatro ou mais anos de prisão sejam libertados depois de cumprirem metade da pena. Entre os casos mais polémicos estão condenados por homicídio e violência doméstica.

O Governo britânico decidiu entretanto apertar as regras e excluir condenados por violação, crimes sexuais graves contra crianças e outros crimes de aliciamento.

A medida já está a gerar críticas, sobretudo por parte de familiares de vítimas e organizações de apoio a sobreviventes de violência doméstica.»

Fonte: Semanário Sol - 10.08.2026.