Showing posts with label Substituição populacional. Show all posts
Showing posts with label Substituição populacional. Show all posts

2026-08-16

Ceuta, cidade invadida:


Ceuta é uma cidade invadida desde o final de Julho.

Os seus habitantes, especialmente as mulheres, têm medo de sair à rua. Muitos, entrincheiram-se em casa. Além do mais, evitam que esta seja ocupada.

Os invasores comportam-se como os invasores sempre se comportaram, em todos os tempos e lugares: tomam conta do espaço, atormentam quem lá vive, vandalizam, pilham, violam, fazem o que querem sem que alguém os impeça.

A situação sanitária agrava-se de dia para dia. Porcaria por todo o lado, doenças a brotarem como ervas daninhas.

O governo de Espanha nada faz.

O primeiro-ministro foi de férias. Melhor, desapareceu de férias.

O rei de Espanha finge que não vê, às tantas também está de férias.

A autoridade do Estado dilui-se.

Os canais de televisão e os jornais do sistema omitem o essencial e concentram-se em inventar histórias pessoais de invasores que amoleçam os corações dos europeus. E conseguem-no. O que não falta, por essa Europa fora, é gente cheia de empatia selectiva. Os invasores são uns coitadinhos e os invadidos não interessam, no fundo talvez até mereçam expiar uma qualquer culpa histórica às mãos daqueles. Só no dia em que a invasão for da sua própria terra acordarão e gritarão por socorro. Como os ceutenses dos partidos de esquerda agora fizeram. Até o tipo do extremista de esquerda «Podemos» gritou.

Só vai sendo possível saber o que se está realmente a passar, em toda a sua extensão, através de canais da internet, como o «El Faro de Ceuta», o «Ceuta Ahora», ou o «El Pueblo de Ceuta».

É bom que se veja o que lá se passa neste momento. Hoje é em Ceuta. Se a invasão da Europa não for pronta e energicamente combatida, amanhã poderá ser na nossa cidade, na nossa vila, na nossa aldeia.

2025-11-09

Nós:


«As pessoas assentam ao adquirirem uma primeira pessoa do plural – um lugar, uma comunidade e um modo de vida que é “nosso”. A necessidade deste “nós” não é aceite pelos internacionalistas, pelos socialistas revolucionários ou pelos intelectuais devotados à visão atemporal e sem lugar do ideal de comunidade do Iluminismo. Mas é um facto e, na realidade, o facto primordial de que deriva toda a comunidade e toda a política. George Orwell notou-o, no curso da Segunda Guerra Mundial. A deslealdade da intelligentsia de esquerda era, para Orwell, ainda mais evidente e ainda mais chocante quando posta ao lado do simples e obstinado “nós” das pessoas comuns. E a verdadeira escolha política, sobre a qual Orwell não hesitou, estava entre juntar-se aos intelectuais no seu trabalho de destruição ou pôr-se ao lado das pessoas comuns na defesa do seu país na hora da necessidade.»

ROGER SCRUTON, Como Ser Um Conservador, Guerra & Paz, 3.ª edição, páginas 44-45.

2025-04-30

Substituição:


Em Lisboa, Setúbal e Algarve, quase metade dos recém-nascidos tem mãe estrangeira.

Não fosse o facilitismo com que se tem atribuído a nacionalidade portuguesa a imigrantes nos anos mais recentes, certamente já seria a maioria.

Está, assim, em curso uma catástrofe para os portugueses, a serem rapidamente substituídos neste território que, muito em breve, deixará de ser seu.

Porém, para muitos, isto não interessa nada. Aquilo que interessa são os 100 dias de Trump, as 10 frases que marcaram esses 100 dias, ou se Trump disse que quer ser papa. Sem esquecer a tarefa patriótica de partilhar diariamente um meme anti-Trump no Facebook, claro está. 

Se calhar, os portugueses têm precisamente aquilo que merecem.